Onde Assistir Passageiros? Veja Onde Ver o Filme de Jennifer Lawrence e Chris Pratt
Onde Assistir Passageiros? Essa é uma dúvida comum entre quem procura uma boa ficção científica com romance, aventura e uma história ambientada em uma gigantesca nave espacial. Lançado originalmente em 2016, o filme dirigido por Morten Tyldum reúne Jennifer Lawrence, Chris Pratt, Michael Sheen e Laurence Fishburne em uma história que mistura isolamento, tecnologia, sobrevivência e dilemas morais.
No Brasil, Onde Assistir Passageiros atualmente envolve diferentes possibilidades, incluindo serviços de assinatura, canais adicionais e plataformas de aluguel ou compra digital. A disponibilidade pode mudar de acordo com os contratos de cada serviço, por isso vale conferir a modalidade indicada no momento da reprodução.
Além de responder à pergunta Onde Assistir Passageiros, este artigo apresenta a história completa, ficha técnica, análise do roteiro, atuações, fotografia, trilha sonora, produção, recepção, curiosidades e uma explicação detalhada do final.
Onde Assistir Passageiros no Brasil
Em setembro de 2026, Passageiros está disponível no Brasil em serviços de assinatura e também em opções de aluguel ou compra digital.
| Plataforma | Disponibilidade no Brasil | Modalidade | Preço |
|---|---|---|---|
| Amazon Prime Video | Disponível | Assinatura | Preço pode variar |
| Globoplay | Disponível | Assinatura | Preço pode variar |
| Amazon Prime Video com anúncios | Disponível | Assinatura | Preço pode variar |
| Universal+ | Disponível por canal adicional | Assinatura | Preço pode variar |
| Amazon Video | Disponível | Aluguel ou compra | Aluguel a partir de cerca de R$ 9,90; compra pode chegar a cerca de R$ 24,90 |
| Apple TV | Disponível | Aluguel ou compra | Preço pode variar |
| Claro video | Disponível | Aluguel | Preço não confirmado |
| Google Play Filmes | Disponível | Aluguel ou compra | Preço pode variar |
| YouTube | Disponibilidade digital | Aluguel ou compra | Preço pode variar |
| Netflix | Não disponível atualmente no Brasil | — | — |
Os valores podem sofrer alterações, assim como a disponibilidade dentro dos catálogos. Em determinadas plataformas, o filme pode aparecer dentro de um pacote de assinatura, enquanto em outras a opção disponível pode ser apenas aluguel ou compra.
Também é importante não confundir o filme de 2016 com outras produções que receberam o mesmo título em português. A obra abordada neste artigo é a ficção científica estrelada por Jennifer Lawrence e Chris Pratt, cujo título original é Passengers.
Passageiros: sobre o que é o filme?
Passageiros acompanha uma enorme nave espacial chamada Avalon, responsável por transportar milhares de pessoas em uma longa viagem rumo a um planeta distante que deverá se tornar uma nova casa para a humanidade.
A viagem foi planejada para durar aproximadamente 120 anos. Como os passageiros estão em estado de hibernação, eles deveriam permanecer inconscientes durante praticamente todo o percurso e despertar somente quando a nave chegasse ao destino.
O problema começa quando uma falha provoca o despertar prematuro de Jim Preston, interpretado por Chris Pratt.
Jim percebe rapidamente que alguma coisa está errada. Ele está completamente sozinho, cercado por uma nave extremamente sofisticada, mas sem qualquer possibilidade de retornar ao sono de hibernação.
Pior ainda: faltam décadas para a chegada ao planeta.
A situação transforma a aventura espacial em uma história de sobrevivência psicológica. Jim sabe que provavelmente passará o resto da vida sozinho dentro da nave.
É nesse contexto que Aurora Lane, personagem de Jennifer Lawrence, entra na história.
Sinopse de Passageiros
Durante uma viagem interestelar de 120 anos, milhares de pessoas permanecem em câmaras de hibernação enquanto a nave Avalon segue rumo a um planeta-colônia.
Uma falha técnica desperta Jim Preston 90 anos antes da chegada.
Sem conseguir voltar a dormir, Jim precisa lidar com a solidão e com a certeza de que jamais verá o destino da viagem. Depois de muito tempo isolado, ele toma uma decisão que mudará completamente a vida de outra pessoa.
Jim desperta Aurora Lane.
A partir daí, os dois precisam encontrar uma maneira de sobreviver emocionalmente à situação e, posteriormente, enfrentar problemas cada vez mais graves dentro da nave.
O que começa como uma história sobre solidão gradualmente se transforma em romance, suspense e aventura espacial.
A história de Passageiros
A primeira parte de Passageiros é praticamente um estudo sobre isolamento.
Jim é apresentado como um homem habilidoso, acostumado a trabalhar com máquinas e sistemas mecânicos. Porém, toda a sua capacidade técnica não resolve o principal problema: ele não consegue voltar para sua cápsula.
A Avalon oferece praticamente tudo o que uma pessoa poderia desejar. Há restaurantes, bares, áreas de lazer, piscinas, quartos luxuosos e tecnologia avançada.
Mas existe uma ironia fundamental.
Uma nave cheia de recursos pode ser extremamente confortável e, ao mesmo tempo, funcionar como uma prisão.
Jim passa meses tentando encontrar uma solução. Ele investiga a nave, procura informações, tenta descobrir se existe alguma maneira de entrar novamente em hibernação e percebe que está diante de uma situação sem saída.
O personagem encontra apenas Arthur, um androide responsável pelo bar da nave, interpretado por Michael Sheen.
Arthur funciona como uma espécie de confidente para Jim. Sua presença também acrescenta humor a uma história que poderia se tornar excessivamente pesada.
O despertar de Aurora
Depois de um longo período de solidão, Jim começa a observar informações sobre os passageiros que ainda estão dormindo.
É quando conhece Aurora.
Ela é escritora e está viajando para escrever sobre a experiência de viver em outro planeta. Jim se identifica com ela e passa a pensar cada vez mais naquela passageira que continua inconsciente.
A grande virada acontece quando Jim decide despertá-la.
Esse acontecimento é o principal conflito moral de Passageiros.
Aurora não escolheu acordar.
Ela tinha planejado dormir durante toda a viagem e chegar ao planeta junto com os demais passageiros. Ao ser despertada, perde a possibilidade de realizar esse plano.
Jim inicialmente esconde dela a verdade.
Essa decisão transforma completamente a interpretação do romance entre os dois.
A grande questão moral de Passageiros
É justamente nesse ponto que Passageiros se diferencia de uma simples aventura romântica.
O filme apresenta uma situação tecnicamente impossível de resolver de maneira simples: Jim está condenado à solidão, mas sua solução envolve retirar de outra pessoa o futuro que ela havia escolhido.
Aurora se apaixona por Jim sem conhecer inicialmente toda a verdade.
Quando descobre o que realmente aconteceu, sente-se traída.
Esse conflito é importante porque impede que a história seja apenas uma fantasia romântica sobre duas pessoas que acordaram juntas no espaço.
Existe uma pergunta muito mais difícil por trás da trama:
Uma pessoa pode decidir o destino de outra simplesmente porque está desesperada?
O filme não explora essa questão com toda a profundidade que seu conceito permitiria, mas ela permanece presente durante boa parte da narrativa.
Análise do roteiro
O roteiro de Jon Spaihts parte de uma ideia excelente.
A premissa de milhares de pessoas dormindo durante uma viagem espacial de 120 anos cria possibilidades dramáticas enormes.
O conceito permite explorar solidão, envelhecimento, tecnologia, relacionamentos, ética, sobrevivência e o significado de construir uma vida quando o futuro planejado deixa de existir.
A primeira metade aproveita muito bem essa proposta.
O cotidiano de Jim dentro da nave é interessante justamente porque o filme mostra como o luxo perde seu significado quando não existe ninguém com quem compartilhá-lo.
A segunda metade muda de direção e passa a apostar mais na aventura e no suspense.
Essa mudança torna o filme mais dinâmico, mas também reduz parte do potencial filosófico da premissa.
O problema não é necessariamente abandonar o drama psicológico. O problema é que algumas questões importantes poderiam ter sido aprofundadas.
Ainda assim, a estrutura funciona como entretenimento e consegue manter o espectador interessado no destino dos personagens.
A atuação de Chris Pratt
Chris Pratt assume praticamente o centro emocional da primeira metade.
Jim precisa transmitir inicialmente curiosidade, entusiasmo e encantamento com a nave, antes de passar gradualmente para solidão, desespero, culpa e arrependimento.
A transformação é importante porque o personagem não permanece igual durante toda a história.
Pratt também consegue alternar momentos dramáticos com humor físico e situações mais leves.
O personagem depende muito do carisma do ator para continuar sendo acompanhado pelo público mesmo quando suas decisões começam a gerar desconforto.
Jennifer Lawrence como Aurora
Jennifer Lawrence interpreta Aurora como uma personagem curiosa, inteligente e determinada.
Aurora não é apenas o interesse romântico de Jim. Ela tem seus próprios objetivos e uma personalidade construída antes mesmo de ser despertada.
A personagem queria chegar ao novo planeta e transformar a experiência em material para sua escrita.
Essa característica é fundamental porque explica por que o despertar representa uma perda tão grande.
Jennifer Lawrence também sustenta as cenas mais emocionais do segundo ato, especialmente quando Aurora descobre a verdade sobre Jim.
A química entre os dois protagonistas é um dos elementos que mantém o romance funcionando apesar do enorme problema moral existente na história.
Michael Sheen e o personagem Arthur
Michael Sheen interpreta Arthur, o androide responsável pelo bar.
O personagem poderia funcionar apenas como alívio cômico, mas acaba tendo uma função maior.
Arthur representa uma espécie de companhia artificial dentro de uma história sobre solidão.
Ele conversa com Jim, escuta seus problemas e mantém uma aparência de normalidade dentro da nave.
Ao mesmo tempo, o comportamento programado do androide cria situações engraçadas e algumas das melhores pausas de humor do filme.
Laurence Fishburne
Laurence Fishburne interpreta Gus Mancuso, um oficial da nave que desperta posteriormente.
Sua participação é relativamente menor quando comparada à de Chris Pratt e Jennifer Lawrence, mas o personagem desempenha uma função decisiva na trama.
Gus ajuda a ampliar o problema.
Até então, Jim e Aurora estão tentando entender a situação por conta própria. Com a chegada de um integrante da tripulação, novas informações aparecem e o verdadeiro perigo da Avalon fica mais claro.
Direção de Morten Tyldum
Morten Tyldum conduz Passageiros equilibrando ficção científica, romance e suspense.
A direção se destaca principalmente na construção do espaço interno da nave.
A Avalon não parece apenas um cenário futurista. Ela funciona quase como um personagem.
Os corredores, restaurantes, quartos, áreas de lazer, sistemas automatizados e espaços de observação ajudam a construir a sensação de que Jim e Aurora estão presos em um pequeno mundo.
Tyldum também trabalha bem a escala.
Em determinados momentos, o espectador vê a grandiosidade do espaço sideral. Em outros, a câmera se concentra nos protagonistas dentro de ambientes fechados.
Essa alternância reforça a contradição central da história: a imensidão do universo diante da intimidade de duas pessoas.
Fotografia
A fotografia de Rodrigo Prieto é um dos grandes destaques técnicos.
O visual de Passageiros aposta em imagens espaciais amplas e em ambientes internos cuidadosamente iluminados.
A nave tem aparência sofisticada, limpa e futurista, mas gradualmente ganha uma atmosfera diferente conforme os problemas começam a aparecer.
As sequências envolvendo a ausência de gravidade também proporcionam momentos visualmente marcantes.
A fotografia consegue criar tanto beleza quanto sensação de isolamento.
O espaço exterior é gigantesco, enquanto os protagonistas continuam confinados dentro de uma estrutura artificial.
Montagem
A montagem de Maryann Brandon acompanha a transformação da narrativa.
No começo, o ritmo permite que o público experimente a solidão de Jim.
Isso é importante porque o espectador precisa compreender o estado emocional que leva o personagem a tomar sua decisão.
Posteriormente, o ritmo acelera à medida que a ameaça à nave aumenta.
Essa mudança funciona para transformar um drama de isolamento em uma aventura de sobrevivência.
Trilha sonora
A trilha sonora de Thomas Newman é outro ponto de destaque.
O compositor utiliza diferentes texturas para acompanhar a solidão dos personagens, o romance e os momentos de tensão.
A música contribui especialmente para criar uma atmosfera contemplativa nas cenas espaciais.
A trilha também recebeu reconhecimento importante: Thomas Newman foi indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora Original por seu trabalho no filme.
Ambientação de Passageiros
A Avalon é provavelmente um dos elementos mais memoráveis de Passageiros.
A nave foi concebida como uma espécie de cidade espacial.
Ela possui restaurantes, bares, quartos, piscina, áreas de entretenimento e sistemas automatizados.
Essa escolha permite que o filme explore uma ideia interessante: tecnologia suficiente pode eliminar praticamente todas as necessidades materiais, mas não consegue eliminar a necessidade humana de companhia.
Jim pode comer, beber, dormir, nadar e se divertir.
O que ele não pode fazer é conversar com outra pessoa.
Essa diferença sustenta boa parte do primeiro ato.
Os principais temas do filme
Solidão
A solidão é o tema mais evidente.
Jim está cercado por milhares de pessoas, mas todas estão dormindo.
A situação mostra que estar fisicamente perto de outras pessoas não significa necessariamente ter companhia.
Ética
O despertar de Aurora levanta a principal discussão moral do filme.
A história coloca o espectador diante de uma decisão extremamente controversa e deixa espaço para diferentes interpretações.
Amor
O relacionamento entre Jim e Aurora é apresentado como uma tentativa de reconstruir significado em uma situação aparentemente sem esperança.
Tecnologia
A tecnologia permite que milhares de pessoas realizem uma viagem impossível sem envelhecer durante o percurso.
Porém, quando alguma coisa dá errado, os próprios sistemas tecnológicos se tornam parte do problema.
Sobrevivência
Em determinado momento, a questão deixa de ser apenas emocional.
A própria nave passa a apresentar problemas que ameaçam todos os passageiros.
Os efeitos visuais
Os efeitos visuais são fundamentais para convencer o público de que a história acontece em uma nave viajando pelo espaço.
A Avalon possui escala impressionante e o filme apresenta diferentes ambientes com características próprias.
As cenas envolvendo o espaço exterior também ajudam a estabelecer a dimensão da viagem.
Um dos momentos visualmente mais interessantes acontece quando a gravidade é alterada durante uma situação de emergência na piscina.
A água passa a se comportar de maneira diferente, criando uma sequência que combina beleza visual e perigo.
O filme é baseado em fatos reais?
Não.
Passageiros é uma obra de ficção científica e não conta uma história baseada em acontecimentos reais.
A tecnologia de hibernação apresentada no filme também pertence ao campo da ficção cinematográfica.
Embora a obra utilize conceitos relacionados a viagens espaciais, inteligência artificial, automação e física, a situação dos passageiros despertados décadas antes da chegada ao destino é parte da narrativa fictícia.
Curiosidades sobre Passageiros
Uma das principais curiosidades é a escala da produção.
O filme teve orçamento estimado em aproximadamente 110 milhões de dólares e arrecadou mais de 300 milhões de dólares mundialmente.
Outro destaque foi o reconhecimento técnico recebido durante a temporada de premiações.
Passageiros recebeu duas indicações ao Oscar de 2017: Melhor Trilha Sonora Original, para Thomas Newman, e Melhor Design de Produção, para Guy Hendrix Dyas e Gene Serdena.
A produção também marcou o encontro de Jennifer Lawrence e Chris Pratt como protagonistas de uma grande ficção científica romântica.
Outro detalhe interessante é a presença de Michael Sheen como Arthur. O androide acaba se tornando uma das figuras mais lembradas do filme justamente por combinar comportamento mecânico com características de um tradicional bartender.
Prêmios e indicações
Entre os principais reconhecimentos recebidos pelo filme estão:
- Duas indicações ao Oscar de 2017.
- Indicação a Melhor Trilha Sonora Original para Thomas Newman.
- Indicação a Melhor Design de Produção.
- Indicações em categorias técnicas e de atuação em outras premiações de cinema e ficção científica.
O filme não venceu o Oscar nas categorias em que foi indicado, mas o reconhecimento demonstra a força de seus aspectos técnicos, especialmente música e direção de arte.
Recepção crítica
A recepção crítica de Passageiros foi bastante dividida.
Os elogios geralmente se concentram na produção visual, na fotografia, nos efeitos especiais, no design da nave e na química entre os protagonistas.
A principal controvérsia está relacionada ao conceito moral da história.
Parte dos críticos considerou que o roteiro apresenta uma situação ética extremamente grave e depois tenta conduzi-la para uma conclusão romântica sem explorar completamente suas consequências.
Esse debate acompanha o filme desde seu lançamento.
Por outro lado, existe uma parcela do público que valoriza justamente a combinação entre romance, aventura e ficção científica.
Essa diferença ajuda a explicar por que Passageiros pode provocar reações muito diferentes dependendo da expectativa do espectador.
Pontos fortes de Passageiros
Entre os principais pontos positivos estão:
- Excelente conceito de ficção científica.
- Forte ambientação espacial.
- Bons efeitos visuais.
- Fotografia sofisticada.
- Trilha sonora marcante.
- Boa química entre Chris Pratt e Jennifer Lawrence.
- Presença carismática de Michael Sheen.
- Design de produção elaborado.
- Mistura de romance, suspense e aventura.
- Discussão interessante sobre solidão e ética.
Pontos fracos de Passageiros
Também existem limitações importantes:
- Algumas questões éticas são tratadas de maneira menos profunda do que poderiam.
- O segundo ato poderia desenvolver melhor as consequências das decisões dos protagonistas.
- Algumas soluções técnicas exigem suspensão de descrença.
- A história muda de um drama psicológico para uma aventura de sobrevivência de maneira relativamente brusca.
- Alguns personagens secundários poderiam receber mais desenvolvimento.
Passageiros vale a pena assistir?
Para quem gosta de ficção científica com romance, Passageiros vale a experiência principalmente pela combinação de atmosfera, conceito e produção visual.
Não é necessário gostar exclusivamente de filmes espaciais para aproveitar a obra.
O filme também pode interessar a quem gosta de histórias sobre isolamento, relacionamentos impossíveis, inteligência artificial e decisões moralmente complicadas.
Por outro lado, quem procura uma ficção científica extremamente rigorosa ou uma discussão filosófica profunda pode sentir que o potencial da premissa não foi totalmente aproveitado.
Ainda assim, o filme entrega uma experiência acessível, visualmente impressionante e com uma história suficientemente intrigante para manter a atenção até o final.
Para quem Passageiros é recomendado?
O filme é especialmente indicado para quem gosta de:
- Ficção científica espacial.
- Romances ambientados em situações extraordinárias.
- Histórias de sobrevivência.
- Suspense tecnológico.
- Grandes naves espaciais.
- Filmes com dilemas morais.
- Jennifer Lawrence.
- Chris Pratt.
- Narrativas sobre viagens interestelares.
- Histórias envolvendo inteligência artificial e automação.
Classificação indicativa
No Brasil, Passageiros recebeu classificação indicativa de 12 anos.
A obra contém situações de perigo, violência, conteúdo sexual e referências a consumo de bebidas alcoólicas.
A classificação pode apresentar diferenças conforme o catálogo e o sistema de cada plataforma.
Final explicado
A partir daqui, entram spoilers importantes de Passageiros.
Jim e Aurora descobrem que a Avalon está sofrendo uma série de falhas graves.
O problema não é apenas o despertar prematuro dos dois.
A própria estrutura da nave está sendo comprometida.
Depois que Gus desperta, fica evidente que o sistema da Avalon sofreu danos significativos. O personagem também apresenta problemas físicos provocados pela falha de sua cápsula, aumentando a urgência da situação.
Jim e Aurora precisam descobrir como impedir que a nave seja destruída.
Durante a tentativa de reparar o reator, Jim acaba enfrentando uma situação extremamente perigosa no espaço.
O protagonista consegue solucionar o problema principal, mas fica gravemente ferido.
Aurora consegue salvá-lo.
Nesse momento, o filme retoma uma questão que havia sido apresentada desde o começo: Jim e Aurora não conseguirão chegar ao planeta como planejado.
A viagem ainda levará décadas.
O que acontece com Jim e Aurora?
Depois dos acontecimentos finais, os dois percebem que precisam aceitar uma realidade diferente.
Eles não chegarão ao destino da mesma forma que os outros passageiros.
A vida que imaginaram antes da viagem deixou de existir.
Em vez disso, constroem uma nova vida dentro da Avalon.
A nave continua seguindo seu caminho enquanto os demais passageiros permanecem adormecidos.
Quando finalmente chega o momento de os passageiros despertarem, eles encontram sinais de que Jim e Aurora viveram durante muitos anos dentro da nave.
O que acontece no final de Passageiros?
No final, a tripulação desperta e encontra uma situação inesperada.
Jim e Aurora já não estão ali como simples passageiros esperando chegar ao destino.
Eles transformaram a Avalon em uma espécie de lar.
A presença de árvores, plantas e outros sinais de vida demonstra que os dois conseguiram criar algo novo durante as décadas que passaram juntos.
O livro escrito por Aurora também ganha importância.
Ela havia acordado com o objetivo de registrar sua experiência e escrever sobre a viagem.
No final, seu relato permanece como testemunho de tudo o que aconteceu.
Qual é o significado do final?
O final representa a transformação da viagem.
No começo, Jim e Aurora tinham um futuro planejado.
Eles deveriam permanecer dormindo, chegar ao planeta e começar uma nova vida.
Depois do despertar, esse futuro desaparece.
A solução encontrada pelo casal é criar outro significado para a própria existência.
A Avalon deixa de ser apenas um veículo que os transporta para algum lugar e passa a ser o mundo em que eles vivem.
Essa é uma das ideias mais interessantes do filme.
A viagem deveria ser o caminho para uma nova vida, mas acaba se tornando a própria vida.
O final de Passageiros é feliz?
Depende da maneira como a história é interpretada.
Em termos emocionais, o final é apresentado como uma conclusão positiva porque Jim e Aurora conseguem permanecer juntos e transformar uma situação terrível em uma vida compartilhada.
Porém, existe uma questão moral que não desaparece.
Aurora perdeu o futuro que havia planejado.
O romance pode ser interpretado como uma segunda oportunidade para os dois, mas também pode ser visto como consequência de uma decisão que Jim tomou sozinho.
É justamente essa ambiguidade que torna o final mais interessante do que uma simples conclusão romântica.
Onde Assistir Passageiros: resumo atualizado
Para quem chegou ao artigo procurando exclusivamente Onde Assistir Passageiros, o cenário brasileiro em setembro de 2026 é relativamente amplo.
O filme pode ser encontrado em serviços de assinatura como Amazon Prime Video e Globoplay, além de opções envolvendo Universal+.
Também existem alternativas de aluguel e compra digital, incluindo Amazon Video, Apple TV, Claro video, Google Play Filmes e YouTube, dependendo da disponibilidade momentânea.
A Netflix Brasil não oferece atualmente o filme em seu catálogo.
Como preços e contratos de distribuição podem mudar, valores de aluguel, compra e disponibilidade devem ser considerados como informações sujeitas a atualização.
Ficha técnica de Passageiros
| Informação | Detalhes |
|---|---|
| Título brasileiro | Passageiros |
| Título original | Passengers |
| Ano | 2016 |
| Lançamento no Brasil | 5 de janeiro de 2017 |
| País | Estados Unidos |
| Direção | Morten Tyldum |
| Roteiro | Jon Spaihts |
| Gêneros | Ficção científica, romance, drama, aventura |
| Duração | 116 minutos |
| Fotografia | Rodrigo Prieto |
| Montagem | Maryann Brandon |
| Trilha sonora | Thomas Newman |
| Direção de arte e produção | Guy Hendrix Dyas |
| Decoração de cenário | Gene Serdena |
| Produção | Neal H. Moritz, Stephen Hamel, Michael Maher e Ori Marmur |
| Distribuição | Columbia Pictures |
| Elenco principal | Jennifer Lawrence, Chris Pratt, Michael Sheen, Laurence Fishburne e Andy García |
| Classificação indicativa no Brasil | 12 anos |
| Idioma original | Inglês |
| Formato | Longa-metragem |
| Indicações ao Oscar | 2 |
Elenco principal
Chris Pratt — Jim Preston
Jennifer Lawrence — Aurora Lane
Michael Sheen — Arthur
Laurence Fishburne — Gus Mancuso
Andy García — Capitão Norris
Aurora Perrineau — Celeste
Nota de Passageiros
⭐⭐⭐⭐ 4 de 5 estrelas
Passageiros não é uma ficção científica perfeita, mas possui uma premissa poderosa, excelentes valores de produção e uma ambientação espacial muito bem construída. Seu maior mérito está em transformar uma viagem futurista em uma história sobre solidão, escolhas, amor e consequências.
Ao mesmo tempo, o filme deixa algumas questões importantes menos desenvolvidas do que poderiam ser.
A experiência funciona especialmente bem para quem procura entretenimento com romance, suspense e ficção científica em uma mesma produção.
O bonequinho de Passageiros
🤔🚀 O bonequinho de Passageiros está acordado, olhando pela janela da nave e tentando decidir se está diante de uma grande história de amor ou de um dos dilemas morais mais complicados de uma viagem espacial.
Ele passa boa parte do filme fascinado pela Avalon, fica assustado quando a nave começa a apresentar problemas, se emociona com alguns momentos do relacionamento entre Jim e Aurora e termina a sessão pensativo.
No fim das contas, o bonequinho não volta para a hibernação.
Ele fica acordado, olhando para as estrelas, porque sabe que Passageiros pode não responder perfeitamente a todas as suas perguntas, mas certamente deixa algumas delas viajando pela cabeça muito depois dos créditos finais.
