Onde Assistir ÀS VEZES QUERO SUMIR? Saiba onde ver o filme com Daisy Ridley
Onde Assistir ÀS VEZES QUERO SUMIR? Essa é uma dúvida cada vez mais comum entre espectadores interessados em filmes independentes que misturam drama, romance, humor melancólico e uma abordagem bastante particular sobre solidão e dificuldade de estabelecer conexões humanas.
Lançado originalmente em 2023 e apresentado ao público brasileiro em 2024, Às Vezes Quero Sumir é dirigido por Rachel Lambert e protagonizado por Daisy Ridley no papel de Fran, uma mulher extremamente reservada que leva uma existência marcada pela rotina, pelo isolamento e por pensamentos recorrentes sobre a própria morte.
A produção chamou atenção principalmente pela maneira como transforma situações aparentemente banais em momentos de grande carga emocional. Em vez de construir uma história convencional sobre depressão ou romance, o filme prefere observar uma personagem que parece estar emocionalmente distante do mundo e que, pouco a pouco, encontra pequenas razões para continuar participando dele.
Neste artigo, você vai descobrir onde assistir ÀS VEZES QUERO SUMIR, qual é a história do filme, quem está no elenco, como funciona o final, quais são os principais temas abordados e por que a atuação de Daisy Ridley é um dos grandes destaques da produção.
Onde Assistir ÀS VEZES QUERO SUMIR no Brasil?
Atualmente, onde assistir ÀS VEZES QUERO SUMIR é uma questão relativamente simples para quem aceita utilizar opções digitais de compra ou assinatura.
A disponibilidade pode mudar de acordo com a região, o período e as condições comerciais de cada serviço. Na consulta mais recente, o filme aparece no mercado brasileiro por meio de serviços digitais, incluindo opção de compra e uma alternativa vinculada a canal de assinatura.
| Plataforma | Disponibilidade no Brasil | Modalidade | Preço |
|---|---|---|---|
| Prime Video | Disponível | Compra digital em HD | R$ 29,90 |
| Apple TV | Disponível | Compra digital | R$ 19,90 |
| Filmelier Plus Amazon Channel | Disponível | Assinatura | Preço pode variar |
| Netflix | Não identificada disponibilidade atual | — | — |
| Max | Não identificada disponibilidade atual | — | — |
| Disney+ | Não identificada disponibilidade atual | — | — |
| Globoplay | Não identificada disponibilidade atual | — | — |
Os valores podem mudar sem aviso e a disponibilidade de filmes independentes costuma sofrer alterações. Por isso, se você está pesquisando onde assistir ÀS VEZES QUERO SUMIR especificamente para assistir hoje, vale conferir o catálogo e o preço exibidos no momento da contratação.
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Às Vezes Quero Sumir: sobre o que é o filme?
A história acompanha Fran, uma funcionária de escritório extremamente introvertida que parece ter se desconectado do cotidiano.
Ela trabalha, cumpre suas tarefas e participa minimamente das interações sociais, mas existe uma distância evidente entre Fran e as pessoas ao seu redor. Sua rotina é repetitiva e silenciosa, e sua imaginação frequentemente a leva para situações relacionadas à morte.
O ponto de transformação acontece quando Robert, um novo funcionário, chega ao ambiente de trabalho.
Ao contrário de outras pessoas, Robert demonstra interesse genuíno por Fran. Ele tenta conversar, aproximar-se e descobrir quem está por trás daquela mulher aparentemente indiferente.
A relação entre os dois começa de maneira desconfortável, mas aos poucos cria uma possibilidade inesperada: talvez Fran ainda seja capaz de estabelecer uma conexão verdadeira.
É justamente essa possibilidade que movimenta o filme.
Sinopse de Às Vezes Quero Sumir
Fran é uma mulher solitária e introspectiva que passa seus dias trabalhando em um escritório e evitando qualquer aproximação desnecessária.
Ela tem pensamentos recorrentes sobre morrer e costuma imaginar situações nas quais desaparece do mundo. Entretanto, essas fantasias não são apresentadas simplesmente como um plano de ação, mas como uma manifestação de seu distanciamento emocional e de sua dificuldade de encontrar sentido na própria existência.
Quando Robert chega ao escritório, algo começa a mudar.
Ele tenta conversar com Fran e demonstra interesse por ela. A aproximação faz com que a protagonista seja obrigada a confrontar aquilo que passou muito tempo evitando: a possibilidade de se relacionar com outra pessoa.
O romance, portanto, não é apenas uma história de amor.
É também uma história sobre alguém que precisa reaprender a participar da própria vida.
A história de Às Vezes Quero Sumir
O grande mérito do roteiro está em não transformar Fran em uma personagem tradicional de cinema.
Ela não possui grandes discursos explicando seus sentimentos. Muitas vezes, o espectador precisa compreender o que acontece observando seus gestos, expressões, silêncios e reações.
Fran parece estar sempre um pouco afastada da realidade.
Enquanto os colegas conversam, trabalham e participam de eventos sociais, ela permanece em seu próprio universo. Existe uma espécie de invisibilidade voluntária em sua maneira de viver.
A chegada de Robert quebra parcialmente essa dinâmica.
Ele não aparece como um personagem capaz de “salvar” Fran. Essa é uma diferença importante. O roteiro evita a ideia simplista de que um relacionamento amoroso pode resolver todos os problemas emocionais de alguém.
Robert oferece uma possibilidade de conexão, mas Fran continua precisando enfrentar seus próprios obstáculos.
Essa escolha torna a narrativa muito mais humana.
O roteiro de Às Vezes Quero Sumir
O roteiro é assinado por Stefanie Abel Horowitz, Kevin Armento e Katy Wright-Mead e trabalha com uma estrutura bastante econômica.
Não existe uma sucessão de grandes acontecimentos. O interesse está nos detalhes.
Uma conversa no trabalho pode ganhar tanta importância quanto uma cena aparentemente banal. Um pequeno gesto pode representar uma mudança enorme para Fran.
Esse estilo exige paciência do espectador.
Quem espera uma comédia romântica tradicional pode estranhar o ritmo. O filme não está interessado em acelerar a aproximação entre os protagonistas ou criar conflitos artificiais apenas para manter a história movimentada.
A narrativa funciona quase como um estudo de personagem.
A pergunta central não é simplesmente se Fran e Robert ficarão juntos.
A pergunta mais interessante é se Fran conseguirá permitir que alguém faça parte de sua vida.
A atuação de Daisy Ridley
Daisy Ridley entrega uma atuação muito diferente da imagem mais conhecida da atriz.
Fran é uma personagem de poucas palavras, expressões contidas e gestos discretos. Isso poderia resultar em uma protagonista sem personalidade, mas Ridley consegue transmitir uma quantidade enorme de informações justamente através da contenção.
O olhar da personagem frequentemente revela mais do que seus diálogos.
Fran parece estar sempre observando o mundo de fora, como se estivesse presente fisicamente, mas emocionalmente distante.
Ridley também entende que a personagem não precisa ser constantemente simpática para despertar empatia.
Fran pode ser difícil de compreender. Em alguns momentos, pode parecer fria ou indiferente. Em outros, sua vulnerabilidade fica evidente.
Essa contradição é fundamental para o funcionamento do filme.
Dave Merheje como Robert
Dave Merheje interpreta Robert, o novo funcionário que entra na vida de Fran.
Robert funciona como contraponto à protagonista.
Enquanto Fran é fechada, desconfiada e extremamente reservada, Robert tenta criar conexões. Ele possui uma espontaneidade que incomoda Fran justamente porque rompe a segurança de sua rotina.
A química entre Merheje e Ridley é um dos pontos positivos da produção.
O relacionamento não parece artificialmente perfeito. Existe hesitação, constrangimento e dificuldade de comunicação.
Isso ajuda a tornar o romance mais convincente.
A direção de Rachel Lambert
Rachel Lambert dirige o filme com uma abordagem extremamente observadora.
A diretora não transforma a história em um melodrama exagerado. Pelo contrário: a câmera acompanha a rotina de Fran com certa distância, permitindo que o público experimente parte da mesma sensação de isolamento vivida pela protagonista.
Essa escolha é essencial.
O espectador não recebe constantemente explicações sobre o que Fran sente. É necessário prestar atenção ao ambiente, ao comportamento dela e à maneira como os acontecimentos modificam gradualmente sua percepção.
A direção também encontra humor em situações desconfortáveis.
Há momentos em que o filme é engraçado justamente porque reconhece o absurdo de determinadas interações sociais.
Fotografia e ambientação
A fotografia contribui diretamente para a construção emocional de Às Vezes Quero Sumir.
O mundo de Fran é apresentado inicialmente com uma aparência fria, discreta e pouco vibrante. O escritório, os ambientes cotidianos e os espaços que ela frequenta ajudam a criar a sensação de repetição.
A estética combina com a personalidade da protagonista.
Não existe uma necessidade constante de imagens espetaculares. A proposta é mostrar o cotidiano de uma pessoa que não percebe muita beleza na própria rotina.
Conforme Fran começa a experimentar novas situações, pequenas mudanças visuais passam a ter maior importância.
A fotografia, portanto, não serve apenas para deixar o filme bonito.
Ela participa da narrativa.
Montagem e ritmo
A montagem segue o espírito contemplativo da produção.
Às Vezes Quero Sumir não é um filme interessado em velocidade. Ele permite que determinadas situações durem mais do que o espectador normalmente esperaria.
Isso pode ser interpretado como uma qualidade ou uma limitação.
Para quem aprecia cinema independente, o ritmo oferece espaço para observar personagens e ambientes.
Para quem prefere narrativas rápidas, o andamento pode parecer excessivamente lento.
Essa diferença de expectativa é importante para entender a experiência do filme.
A trilha sonora
A música possui papel significativo na construção da atmosfera.
Em vez de utilizar trilha sonora para manipular constantemente as emoções do público, o filme trabalha com momentos em que a música aparece como extensão do estado emocional da protagonista.
O resultado é uma combinação curiosa entre melancolia, estranheza e delicadeza.
A trilha ajuda a estabelecer uma identidade própria para a produção e reforça a sensação de que Fran está tentando encontrar algum tipo de harmonia em uma vida que parece desconectada.
Os principais temas de Às Vezes Quero Sumir
Solidão
A solidão é provavelmente o tema central do filme.
Fran não está simplesmente sozinha. Ela parece ter construído uma barreira entre si e o mundo.
Essa diferença é importante.
Uma pessoa pode estar cercada por colegas, amigos ou familiares e ainda assim experimentar uma solidão profunda.
O filme explora justamente essa forma silenciosa de isolamento.
Introversão
A produção também discute a dificuldade de pessoas introvertidas em ambientes que valorizam constantemente a comunicação e a sociabilidade.
Fran não consegue se encaixar facilmente.
Festas, conversas casuais, encontros e situações de trabalho parecem exigir dela uma energia que ela não possui.
O filme não trata isso como uma simples falha de personalidade.
A busca por conexão
Robert representa uma possibilidade de conexão.
Ele não resolve a vida de Fran, mas demonstra que existe alguém disposto a enxergá-la.
Essa ideia é fundamental para a narrativa: às vezes, uma mudança significativa começa com algo extremamente pequeno, como uma conversa, uma risada ou a sensação de ser notado.
A morte como fantasia
O filme lida com pensamentos sobre morte de uma maneira incomum.
Fran pensa frequentemente em morrer, mas a narrativa não transforma essas imagens em espetáculo.
As fantasias funcionam como uma janela para o estado mental da personagem.
A morte aparece como uma possibilidade imaginada, uma forma de escapar da existência cotidiana, e não simplesmente como um elemento de suspense.
Às Vezes Quero Sumir é baseado em fatos reais?
Não.
Às Vezes Quero Sumir não é baseado em uma história real específica.
A produção é uma obra de ficção inspirada em experiências e questões humanas reconhecíveis, especialmente solidão, isolamento, dificuldade de comunicação e pensamentos sobre a própria existência.
A sensação de autenticidade vem justamente da maneira como esses temas são tratados.
Fran não parece uma personagem construída para representar uma tese. Ela parece uma pessoa.
O filme é uma comédia?
Sim, mas é importante entender que Às Vezes Quero Sumir não é uma comédia convencional.
O humor nasce principalmente do desconforto, das situações sociais e das peculiaridades dos personagens.
Existe romance, drama e comédia, mas nenhum desses elementos domina completamente a produção.
O filme alterna entre momentos engraçados e cenas profundamente melancólicas.
Essa mistura é uma das características que tornam a obra diferente de uma comédia romântica tradicional.
O romance funciona?
Funciona justamente porque o filme não tenta transformar Fran e Robert em um casal perfeito.
A aproximação acontece lentamente.
Robert precisa entender os limites de Fran, enquanto ela precisa lidar com a própria resistência.
O romance também levanta uma questão interessante: até que ponto uma pessoa consegue mudar sem deixar de ser quem é?
O filme não oferece uma resposta simplista.
Final explicado
Atenção: esta seção contém spoilers de Às Vezes Quero Sumir.
O final deve ser interpretado menos como uma solução definitiva para todos os problemas de Fran e mais como um sinal de mudança.
Durante boa parte da história, Fran observa a vida como se estivesse do lado de fora.
Ela trabalha, convive com pessoas e participa de situações cotidianas, mas raramente se entrega completamente a elas.
A aproximação com Robert começa a romper essa barreira.
O mais importante não é simplesmente o desenvolvimento do relacionamento amoroso. O verdadeiro conflito está na capacidade de Fran de aceitar a possibilidade de continuar vivendo experiências, mesmo sem possuir todas as respostas.
O final funciona porque não transforma a protagonista em outra pessoa de uma hora para outra.
Fran continua sendo Fran.
Ela ainda é reservada, ainda possui suas inseguranças e ainda precisa lidar com seus pensamentos.
Mas existe uma abertura.
Existe a possibilidade de escolher permanecer presente.
O significado do final de Às Vezes Quero Sumir
O título ganha uma dimensão ainda maior quando analisamos a trajetória da personagem.
No começo, desaparecer parece uma ideia confortável para Fran.
Não necessariamente porque ela tenha um plano definido, mas porque deixar de existir representa uma fuga da obrigação de participar de uma vida que parece vazia.
Ao longo da narrativa, entretanto, pequenas experiências começam a competir com esse desejo de desaparecer.
O filme não diz que amor resolve sofrimento emocional.
Também não afirma que uma pessoa precisa se tornar extrovertida para encontrar felicidade.
A mensagem é mais delicada: a vida pode adquirir novos significados quando alguém permite que experiências inesperadas aconteçam.
Por isso, o final não precisa ser interpretado como uma cura.
É melhor entendê-lo como uma abertura.
Uma porta que finalmente deixa de estar completamente fechada.
O que torna o filme diferente?
A principal característica de Às Vezes Quero Sumir é sua capacidade de encontrar drama em situações comuns.
Não há necessidade de grandes vilões ou reviravoltas espetaculares.
O antagonista de Fran é muito mais abstrato: sua própria dificuldade de se conectar com a vida.
O escritório representa uma rotina que poderia continuar indefinidamente.
Robert representa uma ruptura.
E Fran está no centro desse conflito.
É um filme sobre pequenas mudanças, e talvez justamente por isso algumas delas pareçam enormes.
Curiosidades sobre Às Vezes Quero Sumir
Uma curiosidade importante é que o longa surgiu a partir de um curta-metragem anterior com o mesmo título original, lançado em 2019.
A produção anterior foi dirigida por Stefanie Abel Horowitz e ajudou a estabelecer a ideia central da personagem Fran.
O longa expandiu essa premissa e trouxe Rachel Lambert para a direção, mantendo Stefanie Abel Horowitz envolvida no roteiro ao lado de Kevin Armento e Katy Wright-Mead.
O projeto também passou pelo Festival de Sundance, onde chamou atenção dentro da programação independente.
Outro aspecto interessante é a trajetória da produção em festivais. O filme recebeu reconhecimento especialmente por sua cinematografia e por sua abordagem particular dos temas de solidão e relacionamento.
Prêmios e indicações
A produção teve presença em festivais e recebeu indicações e reconhecimentos ao longo de seu circuito.
Entre os destaques está a indicação ao Grande Prêmio do Júri na categoria dramática do Festival de Sundance.
O filme também recebeu reconhecimento pela fotografia no BendFilm Festival.
Além disso, participou de outras premiações e festivais, reforçando sua trajetória como uma produção independente de perfil autoral.
O curta-metragem que deu origem ao projeto também teve uma trajetória própria bastante premiada, conquistando diversos reconhecimentos em festivais antes da realização do longa.
Recepção crítica
A recepção de Às Vezes Quero Sumir foi marcada principalmente por elogios à atuação de Daisy Ridley, à direção de Rachel Lambert e à atmosfera contemplativa da produção.
Uma parte importante da crítica destacou justamente a coragem do filme de trabalhar com silêncio, desconforto e situações cotidianas.
O filme também divide opiniões por causa de seu ritmo.
Quem procura uma narrativa tradicional pode considerá-lo lento demais.
Por outro lado, espectadores interessados em dramas independentes provavelmente encontrarão na produção uma experiência bastante particular.
Essa divisão faz sentido porque o filme não tenta agradar todo mundo.
Ele aposta em uma linguagem própria.
Pontos fortes
- Excelente atuação de Daisy Ridley.
- Direção delicada de Rachel Lambert.
- Roteiro original e introspectivo.
- Boa química entre Daisy Ridley e Dave Merheje.
- Fotografia coerente com o estado emocional da protagonista.
- Humor discreto e inteligente.
- Abordagem sensível da solidão.
- Romance desenvolvido sem excesso de clichês.
- Atmosfera autoral.
- Boa utilização dos silêncios e pequenos gestos.
Pontos fracos
- Ritmo bastante lento para quem prefere histórias convencionais.
- Alguns espectadores podem sentir falta de conflitos mais desenvolvidos.
- O comportamento de Fran pode gerar distância emocional.
- O filme exige paciência para que suas pequenas mudanças façam sentido.
- A narrativa deixa algumas questões abertas de propósito, o que pode frustrar quem espera respostas definitivas.
Classificação indicativa
No Brasil, Às Vezes Quero Sumir recebeu classificação indicativa para maiores de 12 anos.
A classificação está relacionada à presença de temas sensíveis e elementos ligados ao conteúdo emocional da história.
Por abordar pensamentos sobre morte, solidão e sofrimento psicológico, o filme pode ser emocionalmente pesado para alguns espectadores, mesmo sem apresentar esses assuntos de maneira gráfica.
Ficha técnica de Às Vezes Quero Sumir
| Informação | Detalhes |
|---|---|
| Título brasileiro | Às Vezes Quero Sumir |
| Título original | Sometimes I Think About Dying |
| Ano | 2023 |
| Lançamento no Brasil | 2024 |
| País | Estados Unidos |
| Direção | Rachel Lambert |
| Roteiro | Stefanie Abel Horowitz, Kevin Armento e Katy Wright-Mead |
| Gênero | Drama, comédia e romance |
| Duração | Aproximadamente 94 minutos |
| Idioma original | Inglês |
| Protagonista | Daisy Ridley |
| Fran | Daisy Ridley |
| Robert | Dave Merheje |
| Garrett | Parvesh Cheena |
| Carol | Marcia DeBonis |
| Isobel | Megan Stalter |
| Sophie | Brittany O’Grady |
| Amelia | Bree Elrod |
| Tellulah | Lauren Beveridge |
| Fotografia | Dustin Lane |
| Direção de produção | Rachel Lambert |
| Produção | Brett Beveridge, Lauren Beveridge e equipe |
| Distribuição no Brasil | Synapse Distribution |
| Classificação indicativa | 12 anos |
Onde Assistir ÀS VEZES QUERO SUMIR: vale a pena?
Se você chegou até aqui procurando onde assistir ÀS VEZES QUERO SUMIR, a resposta mais direta é: o filme pode ser encontrado no Brasil em opções digitais de compra e também em modalidade de assinatura vinculada a canal específico.
Mas a pergunta mais interessante talvez seja se vale a pena assistir.
A resposta é sim, especialmente para quem gosta de cinema independente, dramas psicológicos e histórias centradas em personagens.
Não é uma produção indicada para quem procura ação, grandes reviravoltas ou uma comédia romântica convencional.
O filme funciona melhor quando o espectador aceita seu ritmo e entra na perspectiva de Fran.
Para quem Às Vezes Quero Sumir é recomendado?
O filme é recomendado para quem gosta de:
- dramas independentes;
- romances pouco convencionais;
- personagens introspectivos;
- histórias sobre solidão;
- filmes contemplativos;
- comédias de humor desconfortável;
- narrativas centradas em personagens;
- produções com forte identidade visual;
- histórias sobre relações humanas;
- atuações mais sutis e naturalistas.
Já quem prefere filmes acelerados, com conflitos explícitos e finais totalmente explicados pode encontrar dificuldades para se conectar com a proposta.
Às Vezes Quero Sumir é um filme triste?
Sim e não.
Existe uma melancolia constante, mas o filme não é simplesmente deprimente.
Ele encontra humor dentro da tristeza e esperança dentro da apatia.
Essa combinação é justamente uma de suas maiores qualidades.
A produção consegue falar sobre pensamentos sombrios sem transformar cada cena em um momento melodramático.
Há espaço para risos, constrangimentos, pequenas alegrias e situações cotidianas.
Por que Daisy Ridley é tão importante para o filme?
Sem Daisy Ridley, a experiência provavelmente seria muito diferente.
Fran é uma personagem que fala pouco e demonstra pouco.
Isso significa que a atriz precisa construir a personalidade principalmente através de comportamento e expressão.
Ridley consegue transmitir solidão sem precisar explicar a solidão.
Ela consegue fazer o público perceber quando Fran está desconfortável, quando está curiosa e quando algo realmente começa a despertar seu interesse.
É uma atuação baseada na sutileza.
O bonequinho de Às Vezes Quero Sumir
O bonequinho de Às Vezes Quero Sumir começa o filme sentado sozinho em um canto, olhando para o relógio e esperando o expediente terminar.
Depois, alguém conta uma piada.
Ele levanta a cabeça.
Mais tarde, começa a sorrir discretamente.
No final, o bonequinho continua cansado, mas agora está acordado, curioso e disposto a descobrir o que acontece no próximo dia.
É exatamente esse o espírito do filme: não existe uma transformação milagrosa, apenas a descoberta de que talvez valha a pena ficar mais um pouco.
Nota de Às Vezes Quero Sumir
⭐⭐⭐⭐ 4 de 5 estrelas
Às Vezes Quero Sumir é um drama delicado, estranho e bastante humano. A atuação de Daisy Ridley é seu maior trunfo, enquanto a direção de Rachel Lambert encontra beleza em uma rotina aparentemente sem graça.
O filme não oferece respostas fáceis e não tenta transformar sofrimento emocional em uma história de superação convencional.
Sua força está justamente nas pequenas mudanças.
Para quem procura onde assistir ÀS VEZES QUERO SUMIR, vale a pena conhecer a produção não apenas pelo elenco ou pela presença em festivais, mas principalmente pela maneira singular como ela transforma solidão, romance e desejo de desaparecer em uma reflexão sobre a dificuldade — e a possibilidade — de continuar presente na própria vida.
